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terça-feira, 18 de dezembro de 2012
sexta-feira, 7 de dezembro de 2012
HEDERA HELIX L
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| HEDERA HELIX L. |
HERA-TREPADEIRA
Família: Araliaceae
Outros Nomes Vulgares: hera, heradeira, hereira, aradeira, hedra, hera-dos-muros, trepadeira.
Características Gerais: Planta trepadeira, escandente ou prostrada, com o caule atingir os 30 m, com ramos lenhosos, muito longos, delgados e flexíveis que se elevam, apoiando-se noutras plantas, por meio de raízes laterais aéreas. As folhas são simples, persistentes, verde-escuras, brilhantes, coriáceas, alternas, lobuladas ou cordadas na fase juvenil a inteiras quando adultas. As inflorescências são pequenas umbelas esféricas com 6 a 8 raios curtos todos num só plano. As flores são hermafroditas, amarelo-esverdeadas, com cálice de 5 dentes curtos soldados ao ovário, sépalas triangulares e corola constituida por 5 pétalas lanceoladas. Androceu com 5 estames alternando com as pétalas. O fruto é uma pseudobaga globosa, negra na maturação com 4 a 5 sementes rugosas e rosadas.
Floração: De Setembro a Outubro.
Habitat: Trepadeira de sebes, muros e árvores, ou cobrindo o chão de matas em locais úmidos.
Distribuição: Frequente em todo o país, até 1000 m.
Curiosidades: Há quem a considere uma planta ornamental de muros e jardins, ou uma planta prejudicial que deteriora paredes e que quando invade o solo, impede que outras plantas se desenvolvam. No entanto, apesar de se agarrar aos troncos das árvores, a hera não é uma planta parasita, pois não se alimenta da sua seiva. Os seus frutos que amadurecem na Primavera. São tóxicos.
Informação medicinal
As folhas secas dessa planta possuem propriedades fitoterápicas ao serem utilizadas por infusão, sendo indicadas para o tratamento sintomático de bronquites, graças ao seu efeito mucolitico, expectorante e broncodilatador facilitando a expectoração e melhorando a respiração. Entretanto, o contato com a seiva da folha causa dermatite alérgica com formação de edema local, dor e eritema com lesões vesiculosas. Além disso, as próprias folhas ou frutos quando ingeridos causam náuseas, vômitos, salivação excessiva, dor abdominal, diarréia, problemas respiratórios e neurológicos.GUACO / MIKANIA GLOMERATA
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| GUACO - MIKANIA GLOMERATA SPRENG |
Guaco, é uma planta medicinal, com efeito broncodilatador e expectorante. De nome científico Mikania glomerata Spreng., pode ser também conhecida como ervas de serpentes, cipó -catinga ou erva de cobra.
Propriedades
Broncodilatador, anti-séptico, expectorante, febrífugo, anti-asmático, sudorífico, anti-reumático e cicatrizante.
Para que serve
Gripe, tosse, rouquidão, infecção na garganta, bronquite, alergias, infecções na pele e reumatismo.Contra -indicações
É contra indicado para indivíduos com doenças no fígado, indivíduos que utilizam anticoagulantes e para crianças menores de 1 ano de idade.Efeitos colaterais
Hemorragias se usado por tempo prolongado.
Modo de usar
Para fins terapêuticos são usadas as folhas da planta ou xarope.
- Uso interno: (reumatismos, inflamações ) Preparar o chá da planta, colocando suas folhas em água fervente. Beber 2 xícaras de café ao dia.
(tosse, rouquidão e problemas respiratórios) Uma colher de chá de xarope de 4 em 4 horas. - Uso externo:
Aplicar sobre reumatismos e áreas lesionadas, como compressa.
Super dosagem
Aumento dos batimentos cardíacos, vômitos e diarréia.segunda-feira, 29 de outubro de 2012
PICÃO / CARRAPICHO
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| PICÃO - Bidens Pilosa |
Nomes:
Picão, picão-preto, carrapicho, carrapicho-agulha, carrapicho-picão, erva-picão, gariofilata, guambu, macela-do-campo, picão preto e piolho de padre.
Nome latim: Bidens pilosa
Nome inglês: spanish needle, black Jack, broomstick, broom stuff, cobbler's pegs
Nome francês: sornet, herbe à aiguilles
Nome alemão: Behaarter Zweizahn
Nome espanhol: acetillo, amor seco, arponcito, asta de cabra, bidente piloso, cacho de cabra, cadillo, hierba amarilla, pega-pega.
Bidens pilosa
Descrição :
História:
O picão tem uma história longa de uso entre as pessoas nativas do Amazonas, e regiões amazônicas e em outros ssistemas etno-botânicos da América do Sul.
Partes Utilizadas - Toda a planta.
Indicações :
Muito usado na forma de chá para combater icterícia e hepatite. Tanto para uso interno como para banhos, o picão é muito conhecido pelos que procuram nas plantas o remédio. Distúrbios menstruais; Bactericida, antiviral, anti-fermentativo; Diabetes; Diurético; Anti-oxidante; Hipoglicemiante; Seca as secreções; Hepatoprotetor; Leucemias; Anti-inflamatório, anti-espasmódico; Inibe a atividade tumoral; Vermífugo; Anti-ulceroso, controla a acidez estomacal e estimula a digestão. Diarréias e disfunções hepáticas.
Uso pediátrico:
As mesmas indicações possíveis.
Uso na gestação e na amamentação:
O picão apresentou atividade estimulante uterina fraca em cobaias.
Por esta razão não deve ser usado durante gravidez.
Principios Ativos :
carotenóides, fitosteróides, poliacetilenos e ácido nicotínico, Flavonoides; Terpenos; Fenilpropanoides; Lipídios; benzenoides; Principais compostos: esculetina, ácido behenico, beta-sitosterol, ácido butanedioico, butoxilinolatos, cadinoiss, cafeína, ácido caffeolico, ácido caprico, daucosterol, ácido elaidico, ácidos eritronico, friedelanos, friedelinas, D-germacreno, glucopiranoses, glucopiranosideos, inositol, isoquercitrina, ácido laurico, limoneno, ácido linoleico, lupeol, luteolina, muuroloi, ácido miristico, ocanin-glucosideo-palmitico, ácido palmitoleico, ácido paracoumarico, phenilheptatrieno, ácido fitenoico, fitol, pilosola UM, poliacetilenos, precoceno , piranosos, quercetina, sandaracopimaradiol, O- tridecatetraendieno e ácido de vanilico. Modo de usar : infusão
de 1 xícara de café da planta picadas em 1/2 litros de água. Tomar 1 xícara de chá a cada 4 horas para o uso geral. Banho - utilizar a infusão 2 vezes ao dia. Contra-indicações/cuidados: O picão contem uma pequena quantia de cafeína e não deve ser usado por pessoas que sejam alérgicas ou sensíveis à cafeína.
Modo de usar: infusão
de uma colher das de sopa (5g) da erva em ½ litro de água fervente. Tomar 2 a 3 xícaras ao dia: hepatite, icterícia, diabete, verminose; - infusão de uma xícara das de cafezinho da planta picada em ½ litro de água. Tomar 1 xícara das de chá a cada 4 horas; gargarejo: amigdalite e faringite; compressas (pode-se usar o suco da planta, ao invés da infusão): feridas, úlceras, hemorróidas, assaduras e picadas de insetos; - decocção (para uso externo) de 10 colheres das de chá de folhas em 1 litro de água: abluções, compressas tópicas ou gargarejos; - suco de folhas frescas, contusas. Cmpressas em feridas e úlceras; - banho: utilizar a decocção acima, 2 vezes ao dia: vulnerário e anti-séptico.
Posologia:
10g de planta inteira fresca ou 5g de planta inteira seca (1 colher de sopa para cada xícara de água) em infuso ou decocto, 1 -3 vezes diariamente dependen-do da condição que está sendo tratada. Tintura: 2 a 3 ml duas vezes por dia ou 2-3 g de erva em pó em tabletes, cápsulas, ou mexido em agua (ou suco) duas vezes por dia. Interação medicamentosa: A presença das cumarinas, diminuem a eficácia de medicamentos tal como Warfarin; Hipoglicêmicos ou diabéticos só devem usar o picão sob a supervisão de um profissional qualificado e ter seus níveis de açúcar controlados.
Farmacologia:
Já em 1979 e 1980, cientistas demonstraram que os rpincípios químicos encontrados erva eram tóxicas a bactéria e fungos; Muitos do flavonoides apresenta-ram atividade antimalárica; Em 1991, cientistas suíços isolaram vários fitoquímicos com propriedades antimicrobianas e antiinflamatórias e concluíram que "pode-se racionalizar o uso desta planta em medicina tradicional no tratamento de feridas, contra inflamações e contra infecção bacteriana da área de gastrointestinal"; Um novo fitoquímico bioactivo, descoberto em 1996, mostrou atividade contra linhas de célula humanas transformadas; O picão foi o assunto de pesquisa clínica recente que apoiou muitos de seus usos em medicina herbácea. Um grupo de pesquisa em Taiwan informou o extrato de picão era capaz de proteger o fígado de ratos de várias toxinas. Este grupo havia demonstrado anteriormente ações antiinflamatórios do picão preto em animais; Em 1999, um grupo brasileiro de pesquisa confirmou as atividades antiinflamatórios em camundongos e os atribuiu a um efeito modulador imunitário. (O extrato reduziu a quan-tia de células imunes em sangue humano num estudo prévio síntese); Além do mais, outra pesquisa demonstrou que o extrato inibia a síntese de prostaglandina e atividade da ciclooxygenase (COX). Ambos são processos químicos ao ligados doenças inflamatórias. Outras áreas de pesquisa validaram uso tradicional do picão para úlceras e diabetes. Outro estudo in vivo com ratos e camundongos demonstrou que o picão tem atividade hypoglicemica e pode melhorar sensibilidade à insulina que valida sua longa história em medicina herbácea para diabetes. Os pesquisadores atribuíram as propriedades hipoglicemiantes da planta a um grupo de glucosideos encontrados nas partes aéreas da planta; O Picão também preveniu hipertensão em ratos e abaixou os níveis de triglicérido. Em ratos de hipertensos (incluindo hipertensão alta salinduzido dietética), extratos da planta baixaram signi-ficativamente a pressão arterial - sem ter um efeito no débito cardíaco e volume de urina. Também foi mos-trada atividade relaxante na musculatiura lisa do co-ração; Em 1991, cientistas do Egito documentaram atividade antimicrobiana contra vários patogenos. Outro estudo in vitro demonstrou sua atividade de antibacteriana contra um vasto leque de bactéria incluindo Klebsiella, Bacilo, gonorrhea de Neisseria, Pseudomonas, Estafilococo, e Salmonela. Extratos da folha também tem atividade antimicobacteriana con-tra Mycobacterium e M. smegmatis, Cândida albicans. Ppesquisas confirmaram o usos nos trópicos para mordedura de serpente e malária; ( um grupo de pes-quisa confirmou que um extrato de picão podia proteger camundongos de injeções letais de veneno neurotoxico de cobra); A última área de pesquisa focalizou as possibilidades anticancerosas. Em vários sistemas de ensaio in vitro mostrou atividade antitumoral. Pesquisadores de Taiwan informaram em 2001 que um simples extrato quente de picão podia inibir o crescimento de cinco tensões de seres humanos e leucemia de camundongos, em menos que 200 mcg por ml em vitro. Resumiram sua pesquisa dizendo que "o picão provou ser uma planta medicinal útil para tratar leucemia".
Efeitos colaterais:
O picão é hipotensor; pacientes cardíacos em uso de medicamento podem ter reações bruscas até a regulagem das doses. Consute uma médico.
MASTRUZ
O princípio ativo das plantas medicinais e aromáticas é constituído principalmente por metabólitos secundários responsáveis tanto por efeitos terapêuticos quanto biológicos ( Inderjit et al., 1997; Lima et al., 2003). Vários monoterpenos, alcalóides, saponinas e glicosídeos, flavonóides têm sido isolados da parte aérea e radicular de C. ambrosioides ( Jiménez – Osornio et al., 1996 ).
O Mastruz ou Erva de Santa Maria é uma espécie muito utilizada principalmente pelas civilizações indígenas norte americanas, mexicanas, argentinas e bolivianas. Os astecas utilizavam o Mastruz para combater a disenteria e contra as picadas de insetos e aranhas. O nome Chenopodium vem do grego e quer dizer “pata de ganso”, uma alusão à forma das folhas que têm algumas destas espécies.
O Mastruz é principalmente indicado para as parasitoses intestinais, tais como ascaridíase e ancilostomose. Dentre os primeiros trabalhos científicos realizados com o óleo essencial do Mastruz, pode constatar em modelos experimentais de animais, uma ação hipotensora, depressão cardíaca e relaxante muscular (Salan W. e Livingstone A., 1915 e 1916).
A ação antiparasitária do ascaridol foi descoberta entre as décadas de 20 e de 30 em ensaios in vivo sobre cachorros, em doses orais de 1 ml, sendo o principal espectro é contra o áscaris, oxiúros e ancilostomas, não exercendo ação sobre as tênias e sobre os tricocéfalos (Bliss A., 1925; Fernan Nuñez M., 1927; Butz L., 1937).
O uso do óleo extraído por arraste a vapor, administrado em doses únicas em adultos, numa razão de 1,5 ml por via oral, tem demonstrado ser eficaz em diversas parasitoses intestinais, mas existe dificuldade na extração do produto devido à variação dos princípios ativos e do número de espécies. Assim mesmo, a OMS determinou que uma dose de 20 g da planta inteira provoca rápida expulsão dos parasitas sem aparentes efeitos adversos (Ching Ch., 1980).
Existem duas variedades de mastruz que possuem posologias diferentes. O mastruz de folha também é conhecido como Erva de Santa Maria, é um vermífugo e tem função bactericida. Também tem o seu princípio ativo muito utilizado como inseticida, por isso o cheiro ser parecido com alguns inseticidas não é mera coincidência. É utilizado na medicina popular, mas por ser tóxico deve ser administrado em doses muito pequenas, procurando evitar o uso das sementes, pois tem maior concentração do princípio ativo.
Já o mastruz rasteiro, de folhas miúdas e sementes em cacho, é muito comum nas regiões sul e sudeste onde o clima é mais frio. Tem alta concentração de iodo e o seu gosto é muito parecido com o agrião. É utilizado já há muito tempo para curar hematomas, inchaços musculares e algumas feridas, inclusive infecções na garganta e órgãos internos. Tem-se informação de seu uso até mesmo para tratamento de úlceras gastrintestinal.
O seu principal componente ativo é o iodo, mas esta plantinha tem outros componentes ativos muito importantes e pouco estudados, pois apenas a ingestão de iodo não proporciona o resultado que ela apresenta. Pode ser macerado com sal ou em óleo vegetal pré aquecido para ser aplicado sobre hematomas, nervos que sofreram torção. Batido com leite é muito utilizado para tratamento de infecções da garganta, faringe ou estomacais.
No Brasil em 1895 por um farmacêutico alemão, justifica seu uso contra vermes. Há documentações dos seus efeitos analgésicos, sedativos e fungicida. Noutro estudo clinico in vitro foi documentada atividade contra o Tripanossoma cruzi e efeitos antimaláricos. Na década de 70 a OMS reportou que um decocto de 20 g das folhas eliminou parasita rapidamente, sem efeitos colaterais aparentes em humanos.
Em 1996 o extrato das folhas foi dado a setenta e duas crianças e adultos com infecção intestinal parasitária. A análise feita oito dias após o tratamento mostrou eficácia antiparasitária em 50% dos casos. Em 2002 foi requerida uma patente nos EE.UU. para uma combinação de ervas chinesas que continha a Erva de Santa Maria para tratamento de úlceras pépticas. Essa combinação foi descrita como inibidora de formação de úlceras induzidas por stress, agentes químicos e bactérias.
O interesse no conhecimento sobre plantas medicinais é uma fonte de pesquisa e riqueza à qual devemos ter mais atenção, tendo em vista que muitas plantas medicinais bastante populares não tiveram sua eficácia comprovada e podem até ser tóxica. Estudá-las academicamente e desenvolvê-las é o caminho. Cabe à Universidade dar resposta a estas necessidades e transformar-se em referência regional dentro da responsabilidade Institucional de geração de conhecimento, da estratégia cultural de formação de valores, e da política das ações de saúde pelo SUS.
A importância da pomada cicatrizante a base de mastruz é proporcionar uma ótima cicatrização em ferimentos, contusões e hematomas. O princípio ativo do mastruz garante uma ação farmacológica eficaz e segura ao usuário.
3.2 Objetivos específicos
Realizar através de experimento em laboratório de Farmacotécnica a formulação de uma pomada de mastruz com objetivo de levar ao mercado fitoterápico uma nova fórmula de medicamento, proporcionando à sociedade a oportunidade de conhecer uma nova fórmula farmacêutica.
Pesou-se em um béquer 70g de Mastruz para ferver com 300 ml de água destilada, até um determinado tempo, onde foi retirado e resfriado. Em seguida o extrato foi filtrado para um vidro âmbar.
Foi utilizado o método de decocção para a extração do Mastruz, como solvente foi utilizado à água, o procedimento teve duração de 38minutos.
Teve como orientadora a Professora Tânia Fernandes Machado.
Formulação da pomada
Em um béquer pesa-se 30g de lanolina anidra e incorpora –se 25g de extrato de Mastruz a lanolina e homogeneíza para a incorporação do extrato, em seguida adiciona-se 0,1g de BHT e 45g de vaselina e misture até uma completa homogeneização. Em seguida envasar o produto final.
Embalagem:
Fora colocado em um recipiente de plástico ao abrigo da luz e a temperatura ambiente.
A orientadora do procedimento foi a professora Karin Anne Margaridi.
CONCLUSÃO
Concluí-se, o trabalho nos proporcionou um vasto conhecimento sobre uma nova proposta de um novo fármaco, onde possamos proporcionar ao mercado farmacêutico. Devemos ter o conhecimento terapêutico antes de se utilizar um produto natural, é preciso acima de tudo, conhecer o seu verdadeiro efeito ao organismo, para que uma planta inofensiva não retire o que o ser humano possui de mais precioso: a vida.
O conhecimento profundo da maneira correta de se manipular uma planta medicinal é essencial às pessoas que têm preferência em consumir produtos naturais, onde devemos reconhecer seus efeitos adversos e efeitos colaterais. O mastruz por sua vez, pode ser tóxico e seu uso indiscriminado pode levar até a morte, portanto sabemos pouco sobre ele.
No entanto, nós acadêmicos e futuros profissionais farmacêuticos, devemos ter o conhecimento e a responsabilidade na manipulação de um novo produto, visando sempre à melhoria da população. O mastruz pra nós acadêmicos, fora um ponto de partida, onde iremos aperfeiçoar nosso conhecimento no que diz respeito a pesquisa.
ANEXOS
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
http://www.ibb.unesp.br/servicos/publicacoes/rbpm/pdf_v7_n2_2005/artigo_13_v7_n2.pdf
BRITO, Marcus Vinicius Henriques, CARVALHO, Daniel da Silva e ALBUQUERQUE, Ana M Morais. Efeito do extrato de mastruz em culturas de Staphylococcus Aureus e Escherichia coli. Rev. Para. Med., mar. 2007, vol.21, no.1, p.21-25. ISSN 0101-5907. Disponível em <http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010159072007000100004&lng=pt&nrm=iso> Acesso em 31-05-2010.
LIMA A., LOPPES A. H. N., Índice terapêutico fitoterápico. Ervas medicinais. Ed. Petrópolis, RJ: EPUB, 1ª Ed. 2008. 328p.
MASTRUZ - chenopodium ambrosioides l |
- INTRODUÇÃO
O princípio ativo das plantas medicinais e aromáticas é constituído principalmente por metabólitos secundários responsáveis tanto por efeitos terapêuticos quanto biológicos ( Inderjit et al., 1997; Lima et al., 2003). Vários monoterpenos, alcalóides, saponinas e glicosídeos, flavonóides têm sido isolados da parte aérea e radicular de C. ambrosioides ( Jiménez – Osornio et al., 1996 ).
O Mastruz ou Erva de Santa Maria é uma espécie muito utilizada principalmente pelas civilizações indígenas norte americanas, mexicanas, argentinas e bolivianas. Os astecas utilizavam o Mastruz para combater a disenteria e contra as picadas de insetos e aranhas. O nome Chenopodium vem do grego e quer dizer “pata de ganso”, uma alusão à forma das folhas que têm algumas destas espécies.
O Mastruz é principalmente indicado para as parasitoses intestinais, tais como ascaridíase e ancilostomose. Dentre os primeiros trabalhos científicos realizados com o óleo essencial do Mastruz, pode constatar em modelos experimentais de animais, uma ação hipotensora, depressão cardíaca e relaxante muscular (Salan W. e Livingstone A., 1915 e 1916).
A ação antiparasitária do ascaridol foi descoberta entre as décadas de 20 e de 30 em ensaios in vivo sobre cachorros, em doses orais de 1 ml, sendo o principal espectro é contra o áscaris, oxiúros e ancilostomas, não exercendo ação sobre as tênias e sobre os tricocéfalos (Bliss A., 1925; Fernan Nuñez M., 1927; Butz L., 1937).
O uso do óleo extraído por arraste a vapor, administrado em doses únicas em adultos, numa razão de 1,5 ml por via oral, tem demonstrado ser eficaz em diversas parasitoses intestinais, mas existe dificuldade na extração do produto devido à variação dos princípios ativos e do número de espécies. Assim mesmo, a OMS determinou que uma dose de 20 g da planta inteira provoca rápida expulsão dos parasitas sem aparentes efeitos adversos (Ching Ch., 1980).
Existem duas variedades de mastruz que possuem posologias diferentes. O mastruz de folha também é conhecido como Erva de Santa Maria, é um vermífugo e tem função bactericida. Também tem o seu princípio ativo muito utilizado como inseticida, por isso o cheiro ser parecido com alguns inseticidas não é mera coincidência. É utilizado na medicina popular, mas por ser tóxico deve ser administrado em doses muito pequenas, procurando evitar o uso das sementes, pois tem maior concentração do princípio ativo.
Já o mastruz rasteiro, de folhas miúdas e sementes em cacho, é muito comum nas regiões sul e sudeste onde o clima é mais frio. Tem alta concentração de iodo e o seu gosto é muito parecido com o agrião. É utilizado já há muito tempo para curar hematomas, inchaços musculares e algumas feridas, inclusive infecções na garganta e órgãos internos. Tem-se informação de seu uso até mesmo para tratamento de úlceras gastrintestinal.
O seu principal componente ativo é o iodo, mas esta plantinha tem outros componentes ativos muito importantes e pouco estudados, pois apenas a ingestão de iodo não proporciona o resultado que ela apresenta. Pode ser macerado com sal ou em óleo vegetal pré aquecido para ser aplicado sobre hematomas, nervos que sofreram torção. Batido com leite é muito utilizado para tratamento de infecções da garganta, faringe ou estomacais.
No Brasil em 1895 por um farmacêutico alemão, justifica seu uso contra vermes. Há documentações dos seus efeitos analgésicos, sedativos e fungicida. Noutro estudo clinico in vitro foi documentada atividade contra o Tripanossoma cruzi e efeitos antimaláricos. Na década de 70 a OMS reportou que um decocto de 20 g das folhas eliminou parasita rapidamente, sem efeitos colaterais aparentes em humanos.
Em 1996 o extrato das folhas foi dado a setenta e duas crianças e adultos com infecção intestinal parasitária. A análise feita oito dias após o tratamento mostrou eficácia antiparasitária em 50% dos casos. Em 2002 foi requerida uma patente nos EE.UU. para uma combinação de ervas chinesas que continha a Erva de Santa Maria para tratamento de úlceras pépticas. Essa combinação foi descrita como inibidora de formação de úlceras induzidas por stress, agentes químicos e bactérias.
O interesse no conhecimento sobre plantas medicinais é uma fonte de pesquisa e riqueza à qual devemos ter mais atenção, tendo em vista que muitas plantas medicinais bastante populares não tiveram sua eficácia comprovada e podem até ser tóxica. Estudá-las academicamente e desenvolvê-las é o caminho. Cabe à Universidade dar resposta a estas necessidades e transformar-se em referência regional dentro da responsabilidade Institucional de geração de conhecimento, da estratégia cultural de formação de valores, e da política das ações de saúde pelo SUS.
- JUSTIFICATIVA
A importância da pomada cicatrizante a base de mastruz é proporcionar uma ótima cicatrização em ferimentos, contusões e hematomas. O princípio ativo do mastruz garante uma ação farmacológica eficaz e segura ao usuário.
- OBJETIVOS
- Objetivo geral
3.2 Objetivos específicos
Realizar através de experimento em laboratório de Farmacotécnica a formulação de uma pomada de mastruz com objetivo de levar ao mercado fitoterápico uma nova fórmula de medicamento, proporcionando à sociedade a oportunidade de conhecer uma nova fórmula farmacêutica.
- REVISÃO LITERATURA
- Escolha da forma farmacêutica
- Princípio ativo
- Efeito terapêutico
- Propaganda
- METODOLOGIA
Pesou-se em um béquer 70g de Mastruz para ferver com 300 ml de água destilada, até um determinado tempo, onde foi retirado e resfriado. Em seguida o extrato foi filtrado para um vidro âmbar.
Foi utilizado o método de decocção para a extração do Mastruz, como solvente foi utilizado à água, o procedimento teve duração de 38minutos.
Teve como orientadora a Professora Tânia Fernandes Machado.
Formulação da pomada
- 25g - extrato do Mastruz
- 0,1g BHT
- 30g lanolina anidra
- 45g vaselina sólida
Em um béquer pesa-se 30g de lanolina anidra e incorpora –se 25g de extrato de Mastruz a lanolina e homogeneíza para a incorporação do extrato, em seguida adiciona-se 0,1g de BHT e 45g de vaselina e misture até uma completa homogeneização. Em seguida envasar o produto final.
Embalagem:
Fora colocado em um recipiente de plástico ao abrigo da luz e a temperatura ambiente.
A orientadora do procedimento foi a professora Karin Anne Margaridi.
CONCLUSÃO
Concluí-se, o trabalho nos proporcionou um vasto conhecimento sobre uma nova proposta de um novo fármaco, onde possamos proporcionar ao mercado farmacêutico. Devemos ter o conhecimento terapêutico antes de se utilizar um produto natural, é preciso acima de tudo, conhecer o seu verdadeiro efeito ao organismo, para que uma planta inofensiva não retire o que o ser humano possui de mais precioso: a vida.
O conhecimento profundo da maneira correta de se manipular uma planta medicinal é essencial às pessoas que têm preferência em consumir produtos naturais, onde devemos reconhecer seus efeitos adversos e efeitos colaterais. O mastruz por sua vez, pode ser tóxico e seu uso indiscriminado pode levar até a morte, portanto sabemos pouco sobre ele.
No entanto, nós acadêmicos e futuros profissionais farmacêuticos, devemos ter o conhecimento e a responsabilidade na manipulação de um novo produto, visando sempre à melhoria da população. O mastruz pra nós acadêmicos, fora um ponto de partida, onde iremos aperfeiçoar nosso conhecimento no que diz respeito a pesquisa.
ANEXOS
REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS
http://www.ibb.unesp.br/servicos/publicacoes/rbpm/pdf_v7_n2_2005/artigo_13_v7_n2.pdf
BRITO, Marcus Vinicius Henriques, CARVALHO, Daniel da Silva e ALBUQUERQUE, Ana M Morais. Efeito do extrato de mastruz em culturas de Staphylococcus Aureus e Escherichia coli. Rev. Para. Med., mar. 2007, vol.21, no.1, p.21-25. ISSN 0101-5907. Disponível em <http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010159072007000100004&lng=pt&nrm=iso> Acesso em 31-05-2010.
LIMA A., LOPPES A. H. N., Índice terapêutico fitoterápico. Ervas medicinais. Ed. Petrópolis, RJ: EPUB, 1ª Ed. 2008. 328p.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
PASSIFLORA / MARACUJÁ
As propriedades químicas características do maracujá são: alcalóides, sais minerais, vitaminas, A, B1, B2, C, entre outros, além de grande quantidade de potássio, saponina e pectina.
Uso Medicinal:
Dentre as propriedades terapêuticas destacam-se: sedativa, emenogoga, antiinflamatória, depurativa, vermífuga, antiespasmódica, analgésica, antidisentérica, ansiolítica, antialcoólico, (antidrogas heroína, maconha, etc).
Entre as indicações constam: irritabilidade, insônia, perturbação da menopausa, hipertensão arterial, excitação nervosa, estresse, hemorróidas e desequilíbrio do sistema nervoso central.
Nos eventos epiléticos, o uso regular da infusão das folhas diminui a intensidade e a freqüência das crises.
A ação sedativa do maracujá faz com que alcoólicos e drogados suportem melhor o desejo de usar as drogas e ajuda a superar a ansiedade que os acompanha.
Existem, mais ou menos, 160 espécies diferentes de maracujá, sendo que apenas 60 produzem frutos.
A vitamina C estimula o sistema imunológico melhorando as defesas naturais do organismo, contra os invasores externos. A polpa é rica em betacaroteno e possui grande quantidade de potássio, que pode reduzir os riscos de derrames cerebrais, segundo relatam pesquisas recentes.
O New England Journal of Medicine publicou estudos mostrando que as pessoas cuja dieta era pobre em potássio, foram consideradas três vezes mais sujeitas ao risco de morte após derrame cerebral, quando comparadas com as que se alimentavam com frutas ricas naquele elemento. A pesquisa afirmou também, que uma porção diária de frutas e vegetais frescos pode reduzir em 40% os riscos de derrame cerebral, independente de outros fatores.
Conhecidas pesquisas da Universidade John Hopkins, EUA, sugerem que o aumento no consumo de potássio pode contribuir para baixar facilmente a pressão sangüínea das pessoas em geral, servindo como alternativa para os remédios ou drogas de hipertensão não muito acentuada.
Craig C. Frank, da Associação Dietética Americana, e epidemiologista da Universidade Estadual de Louisiana, EUA, reforça o mesmo conceito: "A adição de uma fruta a mais na dieta oferece maior proteção contra a morte causada por derrames cerebrais."
Uso externo:
Uso interno:
Folhas e raízes: para insônia, excitação nervosa ou irritabilidade.
Chá por decocção: Uma xícara, uma a três vezes ao dia.
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| FLOR DO MARACUJÁ E FRUTO |
Planta medicinal indicada como sedativa, antiinflamatória, vermífuga, etc
O maracujá é uma trepadeira que cresce geralmente ao pé das grandes árvores. Possui folhas grandes, flores coloridas, cálice verde por fora, branco e lilás por dentro. São muito vistosas. O fruto é amarelo. A palavra maracujá vem do idioma tupi, que significa "alimento dentro da cuia". Existem vários gêneros de maracujá. As flores são características.
O maracujá é nativo do Brasil, mas hoje pode ser encontrado em partes da Europa, Estados Unidos e em outros países de clima tropical.As propriedades químicas características do maracujá são: alcalóides, sais minerais, vitaminas, A, B1, B2, C, entre outros, além de grande quantidade de potássio, saponina e pectina.
Uso Medicinal:
Dentre as propriedades terapêuticas destacam-se: sedativa, emenogoga, antiinflamatória, depurativa, vermífuga, antiespasmódica, analgésica, antidisentérica, ansiolítica, antialcoólico, (antidrogas heroína, maconha, etc).
Entre as indicações constam: irritabilidade, insônia, perturbação da menopausa, hipertensão arterial, excitação nervosa, estresse, hemorróidas e desequilíbrio do sistema nervoso central.
Nos eventos epiléticos, o uso regular da infusão das folhas diminui a intensidade e a freqüência das crises.
A ação sedativa do maracujá faz com que alcoólicos e drogados suportem melhor o desejo de usar as drogas e ajuda a superar a ansiedade que os acompanha.
Existem, mais ou menos, 160 espécies diferentes de maracujá, sendo que apenas 60 produzem frutos.
A vitamina C estimula o sistema imunológico melhorando as defesas naturais do organismo, contra os invasores externos. A polpa é rica em betacaroteno e possui grande quantidade de potássio, que pode reduzir os riscos de derrames cerebrais, segundo relatam pesquisas recentes.
O New England Journal of Medicine publicou estudos mostrando que as pessoas cuja dieta era pobre em potássio, foram consideradas três vezes mais sujeitas ao risco de morte após derrame cerebral, quando comparadas com as que se alimentavam com frutas ricas naquele elemento. A pesquisa afirmou também, que uma porção diária de frutas e vegetais frescos pode reduzir em 40% os riscos de derrame cerebral, independente de outros fatores.
Conhecidas pesquisas da Universidade John Hopkins, EUA, sugerem que o aumento no consumo de potássio pode contribuir para baixar facilmente a pressão sangüínea das pessoas em geral, servindo como alternativa para os remédios ou drogas de hipertensão não muito acentuada.
Craig C. Frank, da Associação Dietética Americana, e epidemiologista da Universidade Estadual de Louisiana, EUA, reforça o mesmo conceito: "A adição de uma fruta a mais na dieta oferece maior proteção contra a morte causada por derrames cerebrais."
As folhas do maracujá têm substâncias capazes de atuar como depressoras do sistema nervoso central. Esses elementos possuem ação semelhante aos neurolépticos, potentes tranqüilizadores usados no tratamento de doenças mentais graves como a esquizofrenia. Segundo o Dr. J. Roberto Leite, da Escola Paulista de Medicina, substâncias sedativas e tranqüilizantes foram encontradas nos extratos de folhas secadas à sombra.
Preparação e emprego:Uso externo:
Artritismo e gota: Chá das folhas por decocção, sob a forma de banhos quentes ou sob a forma de cataplasmas.
Hemorróidas: Uso externo. Folhas trituradas, aplicadas sobre os tumores hemoroidais, ou chá por decocção, sob a forma de clister.Uso interno:
Folhas e raízes: para insônia, excitação nervosa ou irritabilidade.
Chá por decocção: Uma xícara, uma a três vezes ao dia.
Para alcoólicos e toxicômanos: Preparar 100g de folhas por infusão, num litro d'água, adoçando com mel. Tomar um copo quatro vezes ao dia.
O fruto é excelente para fazer suco, pois ainda assim conserva seus princípios ativos.
BABOSA / ALOE VERA
A babosa é uma planta cheia de benefícios. Com propriedades anti-inflamatória, antioxidante, imunomoduladora e cicatrizante, ela é facilmente encontrada. O gel (a polpa) de sua folha contém nutrientes como fibras, vitaminas C e E, zinco e cálcio.
A babosa mostrou ser eficiente na ajuda do controle da pressão arterial, no emagrecimento e ainda ajuda a você dormir bem melhor.
A babosa ajuda na perda de peso, auxiliando no funcionamento do intestino e eliminando as toxinas existente no organismo, como dito acima, é um antioxidante. A babosa Assim como qualquer outra planta, o suco como no caso, pode ser utilizado como auxiliar em alguns tratamentos e sob ainda a orientação de um profissional da área de saúde, ex. um farmacêutico.
A planta com suas substâncias auxilia no controle da hipertensão arterial, problema sofrido por grande parte da humanidade, A babosa estimula funções , Ela ainda ajuda a proteger o estômago contra úlceras e gastrites. promove a produção de muco protetor do estômago. A planta ainda é rica em triptofano, que contribui para melhorar a qualidade do sono e estimular por conseguinte o bom humor.
A planta com suas substâncias auxilia no controle da hipertensão arterial, problema sofrido por grande parte da humanidade, A babosa estimula funções , Ela ainda ajuda a proteger o estômago contra úlceras e gastrites. promove a produção de muco protetor do estômago. A planta ainda é rica em triptofano, que contribui para melhorar a qualidade do sono e estimular por conseguinte o bom humor.
Pesquisas atuais verificam a possível aplicação da babosa como terapia preventiva e auxiliar no tratamento do câncer.
As pesquisas esclarece também como a planta ajuda a reforçar o sistema imunológico.
As pesquisas esclarece também como a planta ajuda a reforçar o sistema imunológico.
- Ela possui polissacarídeos, entre eles os mais estudados, são as “mananas-acetiladas”, que normalizam o metabolismo celular e têm a função de estimular e ativar as células de defesa.
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