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segunda-feira, 29 de outubro de 2012

MASTRUZ



MASTRUZ - chenopodium ambrosioides l



  1. INTRODUÇÃO
O Mastruz é uma planta medicinal herbácea, originaria da America Central do Sul, cheiro forte, desagradável e característico que ocorre em todo o país como espontânea, sendo planta daninha em algumas regiões do país. As folhas e frutos acumulam óleo essencial rico em ascaridol, princípio ativo responsável pelo efeito vermífugo da planta ( Lorenzi & Matos 2002 ).
O princípio ativo das plantas medicinais e aromáticas é constituído principalmente por metabólitos secundários responsáveis tanto por efeitos terapêuticos quanto biológicos ( Inderjit et al., 1997; Lima et al., 2003). Vários monoterpenos, alcalóides, saponinas e glicosídeos, flavonóides têm sido isolados da parte aérea e radicular de C. ambrosioides ( Jiménez – Osornio et al., 1996 ).
O Mastruz ou Erva de Santa Maria é uma espécie muito utilizada principalmente pelas civilizações indígenas norte americanas, mexicanas, argentinas e bolivianas. Os astecas utilizavam o Mastruz para combater a disenteria e contra as picadas de insetos e aranhas. O nome Chenopodium vem do grego e quer dizer “pata de ganso”, uma alusão à forma das folhas que têm algumas destas espécies.
O Mastruz é principalmente indicado para as parasitoses intestinais, tais como ascaridíase e ancilostomose. Dentre os primeiros trabalhos científicos realizados com o óleo essencial do Mastruz, pode constatar em modelos experimentais de animais, uma ação hipotensora, depressão cardíaca e relaxante muscular (Salan W. e Livingstone A., 1915 e 1916).
A ação antiparasitária do ascaridol foi descoberta entre as décadas de 20 e de 30 em ensaios in vivo sobre cachorros, em doses orais de 1 ml, sendo o principal espectro é contra o áscaris, oxiúros e ancilostomas, não exercendo ação sobre as tênias e sobre os tricocéfalos (Bliss A., 1925; Fernan Nuñez M., 1927; Butz L., 1937).
O uso do óleo extraído por arraste a vapor, administrado em doses únicas em adultos, numa razão de 1,5 ml por via oral, tem demonstrado ser eficaz em diversas parasitoses intestinais, mas existe dificuldade na extração do produto devido à variação dos princípios ativos e do número de espécies. Assim mesmo, a OMS determinou que uma dose de 20 g da planta inteira provoca rápida expulsão dos parasitas sem aparentes efeitos adversos (Ching Ch., 1980).
Existem duas variedades de mastruz que possuem posologias diferentes. O mastruz de folha também é conhecido como Erva de Santa Maria, é um vermífugo e tem função bactericida. Também tem o seu princípio ativo muito utilizado como inseticida, por isso o cheiro ser parecido com alguns inseticidas não é mera coincidência. É utilizado na medicina popular, mas por ser tóxico deve ser administrado em doses muito pequenas, procurando evitar o uso das sementes, pois tem maior concentração do princípio ativo.
Já o mastruz rasteiro, de folhas miúdas e sementes em cacho, é muito comum nas regiões sul e sudeste onde o clima é mais frio. Tem alta concentração de iodo e o seu gosto é muito parecido com o agrião. É utilizado já há muito tempo para curar hematomas, inchaços musculares e algumas feridas, inclusive infecções na garganta e órgãos internos. Tem-se informação de seu uso até mesmo para tratamento de úlceras gastrintestinal.
O seu principal componente ativo é o iodo, mas esta plantinha tem outros componentes ativos muito importantes e pouco estudados, pois apenas a ingestão de iodo não proporciona o resultado que ela apresenta. Pode ser macerado com sal ou em óleo vegetal pré aquecido para ser aplicado sobre hematomas, nervos que sofreram torção. Batido com leite é muito utilizado para tratamento de infecções da garganta, faringe ou estomacais.
No Brasil em 1895 por um farmacêutico alemão, justifica seu uso contra vermes. Há documentações dos seus efeitos analgésicos, sedativos e fungicida. Noutro estudo clinico in vitro foi documentada atividade contra o Tripanossoma cruzi e efeitos antimaláricos. Na década de 70 a OMS reportou que um decocto de 20 g das folhas eliminou parasita rapidamente, sem efeitos colaterais aparentes em humanos.
Em 1996 o extrato das folhas foi dado a setenta e duas crianças e adultos com infecção intestinal parasitária. A análise feita oito dias após o tratamento mostrou eficácia antiparasitária em 50% dos casos. Em 2002 foi requerida uma patente nos EE.UU. para uma combinação de ervas chinesas que continha a Erva de Santa Maria para tratamento de úlceras pépticas. Essa combinação foi descrita como inibidora de formação de úlceras induzidas por stress, agentes químicos e bactérias.
O interesse no conhecimento sobre plantas medicinais é uma fonte de pesquisa e riqueza à qual devemos ter mais atenção, tendo em vista que muitas plantas medicinais bastante populares não tiveram sua eficácia comprovada e podem até ser tóxica. Estudá-las academicamente e desenvolvê-las é o caminho. Cabe à Universidade dar resposta a estas necessidades e transformar-se em referência regional dentro da responsabilidade Institucional de geração de conhecimento, da estratégia cultural de formação de valores, e da política das ações de saúde pelo SUS.
  1. JUSTIFICATIVA
Pomadas são preparações para aplicação tópica, constituídas de base monofásica na qual podem estar dispersas substâncias sólidas ou líquidas. É uma forma farmacêutica semi-sólida para aplicação na pele ou mucosa que consiste de solução ou dispersão de um ou mais princípios ativos de baixas proporções em uma base adequada, usualmente não aquosa.
A importância da pomada cicatrizante a base de mastruz é proporcionar uma ótima cicatrização em ferimentos, contusões e hematomas. O princípio ativo do mastruz garante uma ação farmacológica eficaz e segura ao usuário.
  1. OBJETIVOS
O presente trabalho vai ter como objetivo investigar o uso e recomendação da pomada de Mastruz como produto cicatrizante, a efeitos colaterais e posologia, onde serão testados em camundongos.
    1. Objetivo geral
Através da extração do principio ativo do mastruz em laboratório de Farmacognosia, preparar uma pomada com efeitos terapêuticos.

3.2 Objetivos específicos

Realizar através de experimento em laboratório de Farmacotécnica a formulação de uma pomada de mastruz com objetivo de levar ao mercado fitoterápico uma nova fórmula de medicamento, proporcionando à sociedade a oportunidade de conhecer uma nova fórmula farmacêutica.
  1. REVISÃO LITERATURA
    1. Escolha da forma farmacêutica
Na formulação fora escolhida apomada de Mastruz que são preparações farmacêuticas, estáveis, semi-sólidas, de consistência mole, destinadas ao uso externo, constituídas por um ou mais principios activos e por excipientes com características lipofílicas ou hidrofílicas. As pomadas são classificadas em : epidérmicas,endodérmicas e hipodermicas de acordo com o grau de penetração e o excipiente utilizado. As epidérmicas agem superficialmente na pele e os excipientes usados são a vaselina e o óleo mineral. As endodermicas agem mais profundamente e o excipiente é o óleo vegetal , já as hipodérmicas são absorvidas e podem desencadear um efeito sistêmico e o excipiente é a lanolina.
    1. Princípio ativo
Princípios Ativos: Óleo Essencial: As folhas e as inflorescências contêm até 0,35%. Seu principal componente é o monoterpeno ascaridol (42-90% da essência). Contém também mirceno, felandreno, alfa-terpineno, p-cimeno, limoneno, cânfora, aritasona, safrol, N-docosano, N-hentricontano, N-heptacosano, N-octacopsano, beta-pineno, metadieno, metilsalicilato e dimetilsulfóxido. Saponinas; Ácido Cítrico; Ácido Salicílico; Ácido Tartárico; Ácido Succínico; Quercetina; Kempferol; flavonóides.
    1. Efeito terapêutico
Anti espasmódico, digestivo, tônico, emenagogo,  vermífugo, abortiva, estimulante respiratória, carminativa, sudorífica, purgante, sedativa sudorífica, antimalárica, diurética, anti séptica, tópica, emoliente, estimulante, vulneraria, antiulcerosa, antibactericida e cicatrizante.
    1. Propaganda
Comercial
  1. METODOLOGIA
Preparação do extrato de Mastruz
Pesou-se em um béquer 70g de Mastruz para ferver com 300 ml de água destilada, até um determinado tempo, onde foi retirado e resfriado. Em seguida o extrato foi filtrado para um vidro âmbar.
Foi utilizado o método de decocção para a extração do Mastruz, como solvente foi utilizado à água, o procedimento teve duração de 38minutos.
Teve como orientadora a Professora Tânia Fernandes Machado.

Formulação da pomada
  • 25g - extrato do Mastruz
  • 0,1g BHT
  • 30g lanolina anidra
  • 45g vaselina sólida
Procedimento

Em um béquer pesa-se 30g de lanolina anidra e incorpora –se 25g de extrato de Mastruz a lanolina e homogeneíza para a incorporação do extrato, em seguida adiciona-se 0,1g de BHT e 45g de vaselina e misture até uma completa homogeneização. Em seguida envasar o produto final.

Embalagem:

Fora colocado em um recipiente de plástico ao abrigo da luz e a temperatura ambiente.
A orientadora do procedimento foi a professora Karin Anne Margaridi.

CONCLUSÃO

Concluí-se, o trabalho nos proporcionou um vasto conhecimento sobre uma nova proposta de um novo fármaco, onde possamos proporcionar ao mercado farmacêutico. Devemos ter o conhecimento terapêutico antes de se utilizar um produto natural, é preciso acima de tudo, conhecer o seu verdadeiro efeito ao organismo, para que uma planta inofensiva não retire o que o ser humano possui de mais precioso: a vida.
O conhecimento profundo da maneira correta de se manipular uma planta medicinal é essencial às pessoas que têm preferência em consumir produtos naturais, onde devemos reconhecer seus efeitos adversos e efeitos colaterais. O mastruz por sua vez, pode ser tóxico e seu uso indiscriminado pode levar até a morte, portanto sabemos pouco sobre ele.
No entanto, nós acadêmicos e futuros profissionais farmacêuticos, devemos ter o conhecimento e a responsabilidade na manipulação de um novo produto, visando sempre à melhoria da população. O mastruz pra nós acadêmicos, fora um ponto de partida, onde iremos aperfeiçoar nosso conhecimento no que diz respeito a pesquisa.

ANEXOS
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRAFICAS

http://www.ibb.unesp.br/servicos/publicacoes/rbpm/pdf_v7_n2_2005/artigo_13_v7_n2.pdf
BRITO, Marcus Vinicius Henriques, CARVALHO, Daniel da Silva e ALBUQUERQUE, Ana M Morais. Efeito do extrato de mastruz em culturas de Staphylococcus Aureus e Escherichia coli. Rev. Para. Med., mar. 2007, vol.21, no.1, p.21-25. ISSN 0101-5907. Disponível em <http://scielo.iec.pa.gov.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S010159072007000100004&lng=pt&nrm=iso> Acesso em 31-05-2010.
LIMA A., LOPPES A. H. N., Índice terapêutico fitoterápico. Ervas medicinais. Ed. Petrópolis, RJ: EPUB, 1ª Ed. 2008. 328p.

sexta-feira, 13 de julho de 2012

PASSIFLORA / MARACUJÁ



FLOR DO MARACUJÁ E FRUTO
 




Planta medicinal indicada como sedativa, antiinflamatória, vermífuga, etc

O maracujá é uma trepadeira que cresce geralmente ao pé das grandes árvores. Possui folhas grandes, flores coloridas, cálice verde por fora, branco e lilás por dentro. São muito vistosas. O fruto é amarelo. A palavra maracujá vem do idioma tupi, que significa "alimento dentro da cuia". Existem vários gêneros de maracujá. As flores são características.
O maracujá é nativo do Brasil, mas hoje pode ser encontrado em partes da Europa, Estados Unidos e em outros países de clima tropical.
As propriedades químicas características do maracujá são: alcalóides, sais minerais, vitaminas, A, B1, B2, C, entre outros, além de grande quantidade de potássio, saponina e pectina.
Uso Medicinal:
Dentre as propriedades terapêuticas destacam-se: sedativa, emenogoga, antiinflamatória, depurativa, vermífuga, antiespasmódica, analgésica, antidisentérica, ansiolítica, antialcoólico, (antidrogas heroína, maconha, etc).
Entre as indicações constam: irritabilidade, insônia, perturbação da menopausa, hipertensão arterial, excitação nervosa, estresse, hemorróidas e desequilíbrio do sistema nervoso central.
Nos eventos epiléticos, o uso regular da infusão das folhas diminui a intensidade e a freqüência das crises.
A ação sedativa do maracujá faz com que alcoólicos e drogados suportem melhor o desejo de usar as drogas e ajuda a superar a ansiedade que os acompanha.
Existem, mais ou menos, 160 espécies diferentes de maracujá, sendo que apenas 60 produzem frutos.
A vitamina C estimula o sistema imunológico melhorando as defesas naturais do organismo, contra os invasores externos. A polpa é rica em betacaroteno e possui grande quantidade de potássio, que pode reduzir os riscos de derrames cerebrais, segundo relatam pesquisas recentes.
O New England Journal of Medicine publicou estudos mostrando que as pessoas cuja dieta era pobre em potássio, foram consideradas três vezes mais sujeitas ao risco de morte após derrame cerebral, quando comparadas com as que se alimentavam com frutas ricas naquele elemento. A pesquisa afirmou também, que uma porção diária de frutas e vegetais frescos pode reduzir em 40% os riscos de derrame cerebral, independente de outros fatores.
Conhecidas pesquisas da Universidade John Hopkins, EUA, sugerem que o aumento no consumo de potássio pode contribuir para baixar facilmente a pressão sangüínea das pessoas em geral, servindo como alternativa para os remédios ou drogas de hipertensão não muito acentuada.
Craig C. Frank, da Associação Dietética Americana, e epidemiologista da Universidade Estadual de Louisiana, EUA, reforça o mesmo conceito: "A adição de uma fruta a mais na dieta oferece maior proteção contra a morte causada por derrames cerebrais."
As folhas do maracujá têm substâncias capazes de atuar como depressoras do sistema nervoso central. Esses elementos possuem ação semelhante aos neurolépticos, potentes tranqüilizadores usados no tratamento de doenças mentais graves como a esquizofrenia. Segundo o Dr. J. Roberto Leite, da Escola Paulista de Medicina, substâncias sedativas e tranqüilizantes foram encontradas nos extratos de folhas secadas à sombra.
Preparação e emprego:
Uso externo:
Artritismo e gota: Chá das folhas por decocção, sob a forma de banhos quentes ou sob a forma de cataplasmas.
Hemorróidas: Uso externo. Folhas trituradas, aplicadas sobre os tumores hemoroidais, ou chá por decocção, sob a forma de clister.
Uso interno:
Folhas e raízes: para insônia, excitação nervosa ou irritabilidade.
Chá por decocção: Uma xícara, uma a três vezes ao dia.
Para alcoólicos e toxicômanos: Preparar 100g de folhas por infusão, num litro d'água, adoçando com mel. Tomar um copo quatro vezes ao dia.
O fruto é excelente para fazer suco, pois ainda assim conserva seus princípios ativos.



BABOSA / ALOE VERA

A babosa é uma planta cheia de benefícios. Com propriedades anti-inflamatória, antioxidante, imunomoduladora e cicatrizante, ela é facilmente encontrada. O gel (a polpa) de sua folha contém nutrientes como fibras,  vitaminas C e E, zinco e cálcio.
A babosa mostrou ser eficiente  na ajuda do controle da pressão arterial,  no emagrecimento e ainda ajuda a você dormir bem melhor.
A babosa ajuda na perda de peso, auxiliando no funcionamento do intestino e eliminando as toxinas existente no organismo, como dito acima, é um antioxidante. A babosa Assim como qualquer outra planta, o suco como no caso, pode ser utilizado como auxiliar em alguns tratamentos e sob ainda a orientação de um profissional da área de saúde, ex. um farmacêutico.

A planta  com suas substâncias  auxilia no controle da  hipertensão arterial, problema sofrido por grande parte da humanidade, 
A babosa estimula  funções , Ela ainda ajuda a proteger o estômago contra úlceras e gastrites. promove a produção de muco protetor do estômago. A planta ainda é rica em triptofano, que contribui para melhorar a qualidade do sono e estimular por conseguinte o bom humor.
Pesquisas atuais verificam a possível aplicação da babosa como terapia preventiva e auxiliar no tratamento do  câncer. 
As pesquisas  esclarece também como  a planta ajuda a reforçar o sistema imunológico.
- Ela possui polissacarídeos, entre eles os mais estudados, são as “mananas-acetiladas”, que normalizam o metabolismo celular e têm a função de estimular e ativar as células de defesa.

TREVO DE QUATRO FOLHAS


Trevo de quatro folhas  (azedinha)






Trevo de quatro folhas,  uma folha de trevo que apresenta quatro em vez dos normais de três comuns na maioria das espécies do géneroTrifólium que pertencem os trevos,incluindo o vermelho, não de 4 folilos, mas de tres e com uma observação: as folhas do trevo vermelho(vinho) são bem maiores. Com origem nas antigas tradições dos povos celta,(druidas),acredita-se que encontrar um trevo-de-quatro-folhas é um sinal de boa sorte, é usado também por outras civilizações tradicionais desde antes de Cristo como amuleto tal qual pode proporcionar boa sorte, amor, felicidades, fé e muito mais esperança, existe até lendas sobre o trevo de quantro fólilo principalmente.  pelo que o trevo-de-quatro-folhas é usado em iconografia (cultura)diversa e como   imagem  de linguage corrente.
A procura de trevos-de-quatro-folhas levou ao surgimento de estufas específicas também com entrada de sol, para o cultivo e de técnicas de cultivo que aumentam a probabilidade dessa anomalia surgir até então.
Existem trevos de quatro folhas que podem ser cultivados, porém, eles têm necessidade de uma temperatura média de aproximadamente 25°C.
Precisam de agua constante, ou, se forem criados dentro de casa, precisam ser regados pelo menos três vezes na semana.
Dependendo da quantidade de luz que recebem, suas folhas podem ficar bem grandes, chegando a "rasgar" as extremidades. Obs. Se hover sol o tom de verde de suas folhas pode tornar-se  mais escuro  e com muito mais vida.
São plantas dormideiras, precisando de, pelo menos, oito horas de escuridão para que tenham um bom desenvolvimento.
Outra observação que faço questão de mensionar aqui;  Étambém usado em preparações flúidicas juntos com outras ervas consideradas sagradas  com finalidades espirituais  com sentido de bem estar, positividades e fortalecimento espiritual visando vitórias no decorrer dos futuros dias.

quinta-feira, 12 de julho de 2012

JABUTICABA

Jabuticaba

UVA

AGUARDE  O QUE VC NUNCA OUVIU FALAR  SOBRE

PALMA E FRUTO

Palma Grande-(Opuntia)A mais resistente à Seca, " Nordeste"

A importância da palma  como alimento para o gado, principalmente qundo não  há mais pastagem verde por causa das grandes secas.

A palma é o alimento de maior uso pelos produtores da Bacia Leiteira , principalmente na época quente (verão). A palma mantém todo o tempo com seu grande  volume de água mantendo o  seu valor nutritivo mesmo com o seu crescimen contínuo.
A espécie mais cultivada é a palma miúda, também conhecida como palma doce (Nopalea cochenilifera) cujas raquetes alongadas possuem em média 23 cm de comprimento e uma  média de 12 cm de largura. É a que menos resistente tem à falta de água mas é a mais palatável e nutritiva. Também não tem longos espinhos quanto a palma grande.
Também são cultivadas embora em pequena escala, a palma grande (Opuntia ficusindica) com folhas em forma oval com até no máximo 50 cm de comprimento e a palma redonda (Opuntia sp) com 35 a  40 cm de comprimento em formas quase arredondadas.
A palma é resistente à falta de chuvas, armazena uma grande quantidade de água e é de boa digestão 
Um animal de grande porte, uma vaca, consome aproximadamente 45 kg de palma por dia. Mas a palma não deve ser o único alimento oferecido para as vacas por ter baixo teor de fibras e pode levar a uma diarréia naturalmente. O restante é complementado com outros volumosos, como pastos secos, silagens de milho ou sorgo, feno, palhadas de restos de culturas, bagaço de cana, farelo de soja, com enriquecimento protéico  para também evitar a ocorrência de diarréias.
A palma é uma planta que exige solo de qualidade para ter bom rendimento. Uma boa fonte de nutrientes, o esterco de curral, é muitas vezes desprezado por produtores que desconhecem o potencial deste adubo orgânico, capaz de duplicar a produtividade da palma. 
A falta de conhecimento leva muitos pecuaristas a venderem grandes quantidades do adubo orgânico para outros produtores por não ter o conhecimente preciso.
As frutas da palma grande são comestíveis, nutritivas e de muito bom sabor.
Quanto a palma miúda , também é nutritiva e já é utilizada na culinária brasileira.